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segunda-feira, 4 de maio de 2015

88 Minutos

 

 

8 Minutes (em português: 88 Minutos) é um filme de Jon Avnet onde um professor universitário de psicologia forense que também trabalha para o FBI recebe uma ameaça de morte, e terá apenas 88 minutos para descobrir uma incrível trama e salvar sua vida. Com Al Pacino e Leelee Sobieski no elenco.

 

Sinopse e detalhes

Jack Gramm (Al Pacino) é um professor que também trabalha como psicanalista para o FBI. Ameaçado de morte, ele tem apenas 88 minutos para descobrir quem é seu possível assassino. Entre os suspeitos estão Mike Stemp (Benjamin McKenzie) e Lauren Douglas (Leelee Sobieski), dois alunos problemáticos; Kim Cummings (Alicia Witt), sua amante rejeitada; e ainda Jon Forster (Neal McDonough), um assassino que está no corredor da morte. 

Elenco

  • Al Pacino (Jack Gramm)
  • Alicia Witt (Kim Cummings)
  • Amy Brenneman (Shelly Barnes)
  • Leelee Sobieski (Lauren Douglas)
  • Benjamin McKenzie (Mike Stemp)
  • Deborah Kara Unger (Carol)
  • William Forsythe (Frank Parks)
  • Neal McDonough (Jon Forster)
  • Stephen Moyer (Guy LaForge)
  • Michael Eklund (J.T. Ryker)
  • Michael Yannai (Leeza Pearson)
  • Brendan Fletcher (Johnny D'Franco)
  • Dexter Bell (Reggie)
  • Leah Cairns (Sara Pollard)
  • Paul Campbell (Albert)
  • Melinda Clarke (Vanessa Bridges)

Ficha técnica

  • Título Original: 88 Minutes
  • Gênero: Suspense
  • Tempo de Duração: 95 minutos
  • Ano de Lançamento (EUA): 2007
  • Estúdio: Millennium Films / Emmett/Furla Films / Brightlight *Pictures / Equity Pictures Medienfonds GmbH & Co. KG III / Nu Image Entertainment GmbH
  • Distribuição: Flashstar
  • Direção: Jon Avnet
  • Roteiro: Gary Scott Thompson
  • Produção: Jon Avnet, Randall Emmett, Michael P. Flannigan, George *Furla, Avi Lerner e Gary Scott Thompson
  • Música: Ed Shearmur
  • Fotografia: Denis Lenoir
  • Desenho de Produção: Tracey Gallacher
  • Direção de Arte: Jeremy Stanbridge
  • Figurino: Mary E. McLeod
  • Edição: Larry Webster
  • Efeitos Especiais: Worldwide FX


Quem Eu Sou Faz a Diferença


Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vida de mestra.
Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada um a diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma.
Então deu a cada um uma fita azul, gravada com letras douradas que diziam: "Quem Eu Sou Faz a Diferença".
Mais adiante, resolveu propor um Projeto para a turma, para que pudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter sobre uma comunidade.
Deu aos alunos mais três fitas azuis para cada um, com os mesmos dizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas de seu conhecimento que achavam que desempenhavam um papel diferente. Mas que deveriam poder acompanhar os resultados para ver quem homenagearia quem, e informar esses resultados à classe ao fim de uma semana.
Um dos rapazes procurou um executivo iniciante em uma empresa próxima, e o homenageou por tê-lo ajudado a planejar sua carreira. Deu-lhe uma fita azul, pregando-a em sua camisa. Feito isso, deu-lhe as outras duas fitas dizendo:
"Estamos desenvolvendo um projeto de classe sobre reconhecimento, e gostaríamos que você escolhesse alguém para homenagear, entregando-lhe uma fita azul, e mais outra, para que ela, por sua vez, também possa homenagear a uma outra pessoa, e manter este processo vivo. Mas depois, por favor, me conte o que perceber ter acontecido."
Mais tarde, naquele dia, o executivo iniciante procurou seu chefe, que era conhecido, por sinal, como uma pessoa de difícil trato. Fez seu chefe sentar, disse-lhe que o admirava muito por ser um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. O executivo subalterno perguntou a ele se aceitaria uma fita azul e se lhe permitiria colocá-la nele.
O chefe surpreso disse: "É claro." Afixando a fita no bolso da lapela, bem acima do coração, o executivo deu-lhe mais uma fita azul igual e pediu: "Leve esta outra fita e passe-a a alguém que você também admira muito." E explicou sobre o projeto de classe do menino que havia dado a fita a ele próprio.
No final do dia, quando o chefe chegou a sua casa, chamou seu filho de 14 anos e o fez sentar-se diante dele. E disse:
"A coisa mais incrível me aconteceu hoje. Eu estava na minha sala e um dos executivos subalternos veio e me deu uma fita azul pelo meu gênio criativo. Imagine só! Ele acha que sou um gênio! Então me colocou esta fita que diz que "Quem Eu Sou Faz a Diferença". Deu-me uma fita a mais pedindo que eu escolhesse alguma outra pessoa que eu achasse merecedora de igual reconhecimento." Quando vinha para casa, enquanto dirigia, fiquei pensando em quem eu escolheria e pensei em você...
Gostaria de homenageá-lo. "Meus dias são muito caóticos e quando chego em casa, não dou muita atenção a você. As vezes grito com você por não conseguir notas melhores na escola, e por seu quarto estar sempre uma bagunça. Mas por alguma razão, hoje, agora, me deu vontade de tê-lo à minha frente. Simplesmente, sabe, para dizer a você, que você faz uma grande diferença para mim. Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante da minha vida. Você é um grande garoto filho, e eu te amo!"
O menino, pego de surpresa, desandou a chorar convulsivamente sem parar. Ele olhou seu pai e falou entre lágrimas:
"Pai, poucas horas atrás eu estava no meu quarto e escrevi uma carta de despedida endereçada a você e à mamãe, explicando porque havia decidido suicidar e lhes pedindo perdão". Pretendia me matar enquanto vocês dormiam. Achei que vocês não se importavam comigo. "A carta está lá em cima, mas acho que afinal, não vou precisar dela mesmo." Seu pai foi lá em cima e encontrou uma carta cheia de angústia e de dor.
O homem foi para o trabalho no dia seguinte completamente mudado. Ele não era mais ranzinza e fez questão de que cada um dos seus subordinados soubesse a diferença que cada um fazia. O executivo que deu origem a isso ajudou muitos outros a planejarem suas carreiras e nunca esqueceu de lhes dizer que cada um havia feito uma diferença em sua vida... Sendo um deles o filho do próprio chefe.
A consequência desse projeto é que cada um dos alunos que participou dele aprendeu uma grande lição. De que "Quem Você É Faz sim, uma Grande Diferença".
Você não precisa passar isso adiante para ninguém... Nem para duas nem para duzentas pessoas. Continue a sua vida como você acha que está bom para você.
Por outro lado, se quiser, pode enviar para aquelas pessoas que significaram ou significam algo para você, sejam quantas forem.

  Edeli Arnaldi

quinta-feira, 30 de abril de 2015

LENÇO AMARELO



Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado para o outro.
Então um senhor que já a algum tempo o observava disse-lhe:
-- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
-- Não adianta contar-lhe pois não pode me ajudar. E continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
-- Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
-- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem. Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim, seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
-- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei para você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
-- E então? Vê um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
-- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços amarelos... Um em cada galho da árvore!!! 



Texto: Moacir Simões

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O FERREIRO




Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua Alma a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida.
Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara e que se compadecia de sua situação difícil comentou:
"É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.
Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava.
Eis o que disse o ferreiro:
Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas.
Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal até que fique vermelha.
Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.
Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.
Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita, uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, bebeu uma água e continuou:
As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento.
O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras.
E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.
Mas a única coisa que peço é: "Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.
Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das Alma”.

CONCLUSÃO: Seja você também receptível as marteladas e provações desta vida para viver melhor no futuro.

terça-feira, 28 de abril de 2015

ESPOSA OU AMANTE




Um homem perguntou a um sábio se ele deveria ficar com sua esposa ou com sua amante.
O sábio levou duas flores em suas mãos, uma com uma rosa e a outra com um cacto e perguntou ao homem:- Se eu lhe der uma dessas flores qual delas você escolhe?
O homem sorriu e disse:- A rosa é lógico! És imprudente – respondeu o sábio.
Às vezes os homens são movidos por beleza externa ou pelo mundano e escolhem o que lhes parece brilhar mais.

A rosa é mais bela, mas morre logo. O cacto, por sua vez, independentemente do tempo ou clima permanece o mesmo, verde com espinhos, e um dia vai lhe dar a flor mais bonita que você já viu.
Sua esposa conhece seus defeitos, suas fraquezas, seus erros. Com ela você grita seus momentos ruins e ela está sempre pronta a te ajudar.
Sua amante quer seu dinheiro, sua felicidade, seus espaços, fantasias e seu sorriso, na primeira dificuldade não hesitará em te trocar por outro amante jovem, feliz e com dinheiro Agora diga-me homem, com quem você quer ficar?
DE VALOR A SUA MULHER SEM IMPORTAR COMO ELA É POR FORA, POIS O QUE VALE MESMO E O QUE DE BOM ELA É POR DENTRO...

segunda-feira, 27 de abril de 2015

A ajuda


"É indiferente se ajudarmos ou não um homem. Existe alguma coisa no homem que pode fazer com que o objetivo não se realize", disse El Mahdi Abbassi.
Algumas pessoas que escutaram essa teoria não concordaram com El Mahdi. Ele porém disse que em breve aconteceria uma demonstração.
Pouco tempo depois, El Mahdi pediu a um homem para colocar um pote contendo moedas de ouro bem no meio de uma ponte.
Naquele instante vinha se aproximando pelo caminho, um homem que todos conheciam no vilarejo, que além de ser pobre era extremamente endividado e vivia com muita necessidade.
El Mahdi Abbassi e um grupo de pessoas ficaram escondidos do outro lado da ponte para não serem vistos.
O homem se aproximou da ponte, que era bastante estreita, e começou a atravessá-la. Todos viram ele passar pelo pote de ouro sem ter nenhuma reação e sair na outra extremidade da ponte de mãos vazias.
El Mahdi Abbassi foi em sua direção e perguntou:
"O que viu no meio da ponte?"
O homem respondeu: "Nada!"
"Como você não viu alguma coisa?" disse El Mahdi.
"Quando comecei a caminhar pela ponte, tive uma ideia. Fechei os olhos e atravessei. Havia alguma coisa que pudesse ser importante para mim no meio da ponte?” perguntou o homem endividado.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

MOVENDO MONTALHAS





Havia nos Andes duas tribos em guerra. Uma vivia na parte baixa; a outra, na parte alta das montanhas.

Um dia, a parte baixa foi invadida pelos povos do alto, que, além de saquearem os inimigos, raptaram um bebê e o levaram para as montanhas.

Os povos da parte baixa não conheciam os caminhos usados pelos povos da montanha. Não sabiam como chegar ao alto, como chegar aos inimigos ou rastrear seus passos pelos terrenos escarpados.

Mesmo assim, enviaram seus melhores guerreiros para subir a montanha e trazer a criança de volta.

Os homens tentaram diferentes métodos de escalada. Primeiro um caminho, depois outro. Após vários dias de esforços, não tinham subido nem quinhentos metros.

 




Sentindo-se impotentes e sem esperança, os homens da parte baixa consideraram a causa perdida e se prepararam para voltar para sua cidade.

Enquanto arrumava o equipamento para a descida, viram a mãe do bebê andando na direção deles. Perceberam que ela estava descendo a montanha que eles não tinham conseguido subir.

E então descobriram que o bebê estava amarrado às costas da mulher. Como era possível?

Um dos homens a saudou, dizendo: "Nós não tivemos êxito em subir a montanha. Como você chegou ao alto se nós, os homens mais fortes e capazes da cidade, não conseguimos?"

Ela encolheu os ombros e respondeu: "É que não era o filho de vocês que estava lá. 


fonte:Jim Stovall
Bits & Pieces

quinta-feira, 23 de abril de 2015

ANJOS EXISTEM




O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
- Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
- É uma boa ideia, falou a mãe. Irei com você.
- Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás. De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
- Você é um anjo? Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu, na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
- Ela não era um anjo, não é, mamãe?
- Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
- Você é um anjo? Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
- Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo!
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
- Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
- Você me carrega?
- É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
- Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu...
Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiões dos seus amores. São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam. Às vezes, podem estar do nosso lado e não percebemos.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O jardim e o mato


Era uma vez... um competente jardineiro, que amava muito seu jardim, dedicando-lhe os cuidados necessários. Mesmo assim, apesar de seus cuidados, no seu jardim também cresce mato. Ele, com muita paciência, sempre que preciso, arranca o mato, esperando ter extirpado também sua raiz. Mas o mato volta a crescer.
Nas primeiras vezes, fica muito mal-humorado, achando que seus cuidados deveriam eliminar o mato para sempre e que esplêndidas flores e rosas perfumadas devem tomar o lugar da urtiga e das ervas daninhas. Cada vez que extirpa uma delas, ilude-se que será a última, que, de agora em diante, nunca mais brotará nenhuma erva ruim, porque ele é um jardineiro competente. Mas, apesar de todos seus esforços e empenho, de vez em quando, o mato ressurge.
Por sua experiência, o jardineiro entende que a erva ruim não depende de seus cuidados, mas da natureza do terreno. Uma vez que toma consciência disso, não fica mais irado. Porém, continua a tomar cuidado e a extirpar as ervas ruins, assim que as vê brotar, para não permitir que se expandam e contaminem o resto do jardim.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Debate Lacan - Espaço Revista CULT

 

 

Psicanalista avaliam como o estilo de Lacan marcou o percurso formativo de cada um. Com Christian Dunker, Ricardo Goldenberg, Maria Lívia Tourinho Moretto, Miriam Debieux Rosa e Dominique Fingermann

 

Debate Lacan - Espaço Revista CULT 

 
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