BLOGGER TEMPLATES - TWITTER BACKGROUNDS »

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Apenas tente compreender..

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores!

Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente.
Portanto, não julgue... Apenas tente compreender...
Autor: Desconhecido
Share

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sobre a realidade II

“Se você ajuda os outros”, diz Gurdjieff, um mago russo,” você também será ajudado”. Talvez isto aconteça amanhã, ou daqui a cem anos, mas você será ajudado. A Natureza nunca está em dívida com o homem – isto é uma lei “matemática”.
Malba Tahan nos conta a história de um homem mau que, ao morrer, encontra com um anjo na porta do inferno.
O anjo lhe diz: “basta você ter feito alguma coisa boa nesta vida, esta coisa boa lhe ajudará”.
O homem responde: “Nunca fiz nada de bom nesta vida”.
“Pense bem”, insiste o anjo.
O homem então se lembra que, certa vez, enquanto andava por uma floresta, viu uma aranha no seu caminho – e deu a volta, evitando pisá-la…
O anjo sorri e um fio de aranha desce dos céus, permitindo que o homem suba até o Paraíso.

Share

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Do saber o futuro

Se existe alguma decisão que precisa ser tomada – é melhor ir adiante e aguentar as consequências. Você nunca vai conhecer de antemão quais serão estas consequências.
Todas as artes divinató­rias da magia foram feitas para aconselhar o homem, jamais para prever seu futuro. Elas funcionam, sim. Mas existe uma vontade superior que deve ser respeitada, e da qual temos que ser os instrumentos.
Há uma oração que Jesus nos ensinou: “Seja feita a Vossa Vontade”. Acredite nesta Vontade, pois quando ela precisar mos­trar-lhe a maneira de evitar um problema, seguramente ela lhe mostrará. As artes de adivinhação – como cartas, leitura de mãos, etc., são ótimas conselheiras, mas péssimas profetisas. Se fosse assim, todo adivinho seria rico, casado e feliz.

Share

terça-feira, 26 de novembro de 2013

A pergunta



Padre Theophane ouviu falar de um monge que jamais dava conselhos, apenas fazia perguntas.
Curioso por conhecer este novo método de ensino, foi visitá-lo. Explicou que era pároco de um bairro, e que gostaria de uma pergunta para refletir.
“Pergunte: do que eles precisam?”, disse o monge.
Theophane foi embora desapontado. Já fizera esta pergunta, e procurava respondê-la na medida do possível. Suas atitudes eram orientadas pelas necessidades de sua paróquia. Decidiu voltar até o monge, e pedir uma pergunta mais espiritual.
“Eu não estava me referindo às necessidades dos paroquianos”, disse o monge. “Minha pergunta foi puramente espiritual: o que os anjos estão precisando receber de sua paróquia?”


Share

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Quantos rins nós temos?

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:  – Quantos rins nós temos?  – Quatro! – Responde o aluno.  – Quatro? – Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em destacar os erros dos alunos.  – Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala! – Ordena o professor a seu auxiliar.  – E para mim um cafezinho! – Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.  O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.  O aluno era, entretanto, Apparício Torelly ou Apporelly, mais conhecido como o Barão de Itararé.  Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:  – O senhor me perguntou quantos rins nós temos... Nós temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.  A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem um pouco mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros. Pobres arrogantes; diminuem para não se sentirem diminuídos.  

Autor: Desconhecido

sábado, 23 de novembro de 2013

Sobre a realidade

Sartre diz: “o homem é aquilo que decidiu ser”.
Aos 20 anos, o famoso compositor mexicano Augustin Lara viu naufragar o navio em que viajava. Durante horas, lutou contra as ondas, jurando a Deus que se chegasse à praia, esqueceria o passado e começaria uma nova vida.
Lara chegou a uma praia de Tacotlapan, Veracruz.
Embora nascido e criado na cidade do México, cumpriu seu juramento – e passou a dizer a todos que Tacotaplan era sua terra natal.
Em 1968, Lara comemorou 70 anos de vida. Vários jornalistas foram à festa em Tacotaplan. Ali ouviram histórias de velhos que haviam brincado com Lara em sua infância, viram as ruas onde compôs suas primeiras canções. No momento mais importante da festa, o prefeito de Tacotaplan até lhe deu as chaves da casa onde nascera!

Share

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Do objeto do amor

Sartre escreveu: “a liberdade do homem consiste em escolher a própria escravidão”.
Nós lemos isto e pensamos: “bem, parece que ele tem razão”.
“Trabalho oito horas por dia e se for promovido passarei a trabalhar 12. Casei-me e agora não tenho mais tempo para mim mesmo. Procurei Deus e sou obrigado a ir a cultos, missas e cerimônias religiosas. Tudo o que é importante nesta vida – amor, trabalho, fé – termina se transformando em um fardo pesado demais”.
Só existe uma maneira de escapar disso: pelo amor. Amar o que fazemos é transformar a escravidão em liberdade.
Se não podemos amar, é melhor parar com tudo agora.
Jesus disse: “se teu olho esquerdo te escandaliza, fura-o. É melhor estar cego de um olho, do que fazer com que todo o teu corpo pereça nas trevas”.
A frase é dura. Mas é isso aí.

Share


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Impotência

São Francisco de Assis era um jovem muito popular quando resol­veu largar tudo e construir sua obra. Santa Clara era uma bela mulher quando fez voto de castidade. São Raimundo Lull conhecia os grandes intelectuais da sua época ao se retirar para o deserto.
A busca espiritual é – sobretudo – um desafio. Quem a usa para fugir de seus problemas, não vai muito longe. De nada vale aquele que se reti­ra do mundo para se dedicar apenas a Deus, se não consegue fazer amigos. Não adianta fazer voto de pobreza, quando se é incapaz de ganhar seu próprio sustento. Não adianta ser humilde, quando se é covarde. Uma coisa é ter – e renunciar. Outra coisa é não ter – e condenar quem tem. É muito fácil para um homem impotente sair pregando a castidade absoluta.
Que valor tem isso?
Louve a obra de Deus. Vença a si mesmo enquanto enfrenta o mundo.

Share

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O momento

Saiba esperar o momento certo. O bom peregrino respeita o tempo, as suas condições físicas, a capacidade interior de resistir a esta ou àquela prova.

Se acha que ainda não está preparado, treine mais um pouco. Se acha que é preciso finalizar algo antes de dar o próximo passo, faça isto.

Mas nunca confunda paciência com covardia. Uma coisa é melhorar a sua capacidade; outra é procurar as condições ideais para agir, embora nem sempre elas apareçam.

A vida é e sempre será um mistério. Por mais que tentemos planejar tudo, Deus escreve nosso destino à Sua maneira. Seu plano, com toda certeza é melhor do que o nosso.

Tenha paciência. Mas não fique imóvel.



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Nada deteve este homem

Aos cinco anos de idade, Glenn Cunninghan sofreu sérias queimaduras nas pernas, os médicos não tinham esperanças de sua recuperação. Todos achavam que ele estava condenado a passar o resto da vida numa cadeira de rodas.
- Nunca mais ele vai poder andar – diziam. – Não há a menor chance.
Glenn não deu ouvidos aos doutores e prometeu a si mesmo que voltaria a andar. Preso ao leito, com as pernas finas cheias de marcas vermelhas, disse:
- Semana que vem vou sair da cama! E foi o que fez.
Sua mãe conta que chegava à janela e via as tentativas de Glenn. Apoiado num velho arado no quintal, punha as pernas deformadas para funcionar. A cada passo, a cada dor, recomeçava mais decidido.
- Sempre acreditei que conseguiria andar.
Logo andava depressa. Depois começou a correr.
- Os médicos viam as minhas pernas, mas não o meu coração. Agora vou correr mais rápido que qualquer pessoa. E o foi o que fez.
Tornou-se um grande corredor. Em 1934, bateu o recorde mundial com 4h06 e foi homenageado como atleta do século no Madison Square Garden.

Share

 
!--PAGINATION-STARTS-->