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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Psicologia do Amor



A psicologia descreve o amor como um fenômeno cognitivo e social. O psicólogo Robert Sternberg formulou uma teoria triangular do amor e discutiu que o amor tem três componentes diferentes: Intimidade, Compromisso, e Paixão. A Intimidade é a forma pela qual duas pessoas podem compartilhar segredos e vários detalhes de suas vidas pessoais. A intimidade é mostrada geralmente nas amizade e em romances românticos. O Compromisso, de um lado, é a expectativa que o relacionamento irá durar para sempre. A última e a mais comum forma do amor são atração sexual e Paixão. O amor apaixonado aparece na atração bem como no amor romântico. Isto levou pesquisadores como Yela a refinar mais o modelo separando a Paixão em dois componentes independentes: Paixão erótica e Paixão romântica. Depois dos avanços nas “teorias sobre eletricidade”, tais como a lei de Coulomb, que mostrou que as cargas positivas e negativas se atraem, analogias para a atração humana foram criadas, como “opostos se atraem”. No século passado, pesquisas sobre a natureza da união humana, como as da psicologia evolucionária, defenderam que pares se unem devido a uma combinação de atrações opostas, por exemplo, as pessoas com sistemas imunitários diferentes tendem a se atrair, e os gostos, a personalidade, o caráter, o modo como vêem as coisas, etc. Nos últimos anos, várias teorias sobre a união humana surgiram relacionadas a apego, laços, ligações, e afinidades. Alguns pesquisadores ocidentais separaram dois componentes principais, o altruísta e o narcísico. Esta visão é representada nos trabalhos de Peck Scott, cujos trabalhos no campo de psicologia aplicada exploraram as definições do amor e do ódio. Peck defende que o amor é uma combinação do interesse pelo crescimento espiritual do outro e também narcisismo. Nesta combinação, o amor é uma ação, não simplesmente um sentimento.







A Caverna Mágica



Recontada por Frances Jenkins Olcott

Era uma vez uma mulher que morava numa casinha modesta ao pé de uma montanha onde havia uma grande floresta. Tinha um filho a quem amava muito.

No solstício de verão, a mulher levou o filho para colher os morangos maravilhosos que havia na floresta. Subiram a montanha e chegaram a um lugar coberto dos morangos maiores, mais vermelhos e mais saborosos que já tinham visto.

Colheram quantos puderam. Mas tão logo a mulher encheu a cesta, viu abrir a porta de uma gande caverna diante dela. Enormes pilhas de ouro brilhavam no chão, e três virgens brancas guardavam o tesouro.

- Entre, boa mulher - disseram as virgens brancas. - Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.

A mulher entrou na caverna e, segurando o filho pela mão, pegou um punhado de moedas de ouro e pôs no avental. Mas o toque do ouro despertou uma enorme cobiça e, esquecendo o filho, pegou mais dois punhados de moedas e saiu correndo da caverna.

No mesmo instante ouviu um estrondo atrás dela e uma voz trovejou:

- Mulher infeliz! Perdeu o seu filho até o próximo solstício de verão!

A porta da caverna se fechou e a criança ficou presa lá dentro.

A pobre mulher torceu as mãos desesperada, chorou e implorou, mas não adiantou, e ela foi para casa sem o filho. Voltou todos os dias ao lugar, mas a porta nunca mais se abriu e ela não conseguiu mais encontrar a caverna.

No ano seguinte, no solstício de verão, ela acordou bem cedo e foi correndo ao lugar. Ao chegar encontrou a porta aberta. As pilhas de ouro brilhavam no chão e as três virgens guardavam o tesouro. Ao lado delas estava o menino com uma maçã vermelha na mão.

- Entre, boa mulher - as três virgens convidaram. - Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.

A mulher entrou na caverna e, sem sequer olhar para o ouro, agarrou o filho e tomou-o nos braços.

- Boa mulher - disseram as três virgens, - leve o menino para casa. Nós o devolvemos a você, pois agora seu amor é maior que a cobiça.

A mulher voltou para casa com o menino e o amou mais que o ouro pelo resto da vida.

Do livro: O Livro das Virtudes II - O compasso moral - Editora Nova Fronteira






Al Jolson - There's a Rainbow 'Round My Shoulder (1928)



There's a Rainbow 'Round My Shoulder
(Jolson - Rose - Dreyer)
Performed by Al Jolson
Recorded September 20, 1928
Brunswick 4033

Warner Brothers produced many musical films and their biggest star in the late 1920s was, of course, Al Jolson. After Jolson's success in "The jazz Singer" in 1927, he appeared in even a more successful film, "The Singing Fool". The film was tailored to Jolson's reputation as a singer and it gave him the chance to sing three smash hits, "Sonny Boy", "I'm Sitting on top of the World" and "There's a Rainbow 'Round My Shoulder." With the success of these early talkies, Warners initiated a policy that made songwriting a vital part of the film making process. The songs introduced in these films almost always assured the commercial success of both sheet music and record sales.

HERE'S A RAINBOW ROUND MY SHOULDER

From the film "The Singing Fool" (1928)
(Dave Dreyer / Al Jolson / Billy Rose)

Al Jolson (Film Soundtrack) - 1928

Also recorded by:
Bobby Darin; Dixie Daisies; Frankie Laine;
Stan Edwards; Woody Herman; Ted Heath Orch;
McKinney's Cotton Pickers; Dinning Sisters;
Brian Setzer Orchestra; ....... and others.


I'm happy, so happy, walkin' on air
The why and the wherefore
Is someone I care for

I'm yellin', I'm tellin' folks everywhere
I know that she loves me
So what do I care

There's a rainbow around my shoulder
And a sky of blue above
Oh the sun shines bright, the world's all right
`Cause I'm in love

There's a rainbow around my shoulder
And it fits me like a glove
Let it blow and storm, I'll be warm
`Cause I'm in love

Hallelujah, how the folks'll stare
When they see that great big solitaire
That my little sugar
My little sugar baby is goin' a-wear

There's a rainbow around my shoulder
And a sky of blue above
And I'm shouting so the world will know
That I'm in love

(Whistling Interlude / Bird Impressions)

Get hot!

There's a rainbow around my shoulder
And a sky of blue above
Oh, the sun shines bright, the world's all right
`Cause I'm in love

There's a rainbow around my shoulder
And it fits me like a glove
Let it blow and storm, I'll be warm
`Cause I'm in love

Hallelujah, how the folks'll stare
When they see that great big solitaire
That my little sugar
Baby, baby, baby, baby, she's goin' a-wear

There's a rainbow aound my shoulder
And a sky of blue above
And I'm shouting so the world will know
That I'm in love


(Contributed/Transcribed by Bill Huntley - January 2006)





segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Grãos de sabedoria







Enquanto os vencedores comemoram, os perdedores se justificam.

Roberto Shinyashiki








Andre Rieu - Ave Maria





Obsessão e Desobsessão Sueli Caldas Schubert





Obsessão, psiquiatria e espiritismo



Obsessão, psiquiatria e espiritismo

Acompanhe um compacto de programas da TV Mundo Maior sobre este tema.

www.tvmundomaior.com.br





Obsessão e Desobsessão Sueli Caldas Schubert





CID e DSM IV

O Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais é uma publicação da American Psychiatric Association, Washington D.C., sendo a sua 4ª edição conhecida pela designação “DSM-IV”.

Este manual fornece critérios de diagnóstico para a generalidade das perturbações mentais, incluindo componentes descritivas, de diagnóstico e de tratamento, constituindo um instrumento de trabalho de referência para os profissionais da saúde mental.

Desde a publicação original da DSM-IV em 1994, observaram-se já muitos avanços no conhecimento das perturbações mentais e das doenças do foro psiquiátrico. Neste sentido, existem já várias publicações que incorporam os resultados das investigações mais recentes, com destaque para a DSM-IV-TR. Para mais informações visite o website da American Psychiatric Publishing, Inc. (APPI).


A 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças adoptou a denominação "Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde" sendo, na prática conhecida por "CID-10".

Esta Classificação foi aprovada pela Conferência Internacional para a 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças, convocada pela Organização Mundial de Saúde, realizada em Genebra no ano de 1989, tendo a CID-10 entrado em vigor apenas a 1 de Janeiro de 1993, após a necessária preparação de material de orientação e formação. A sua implementação em Portugal ocorreu antes do ano 2000, sendo já utilizada nas estatísticas oficiais de saúde.
O copyright da CID-10 pertence à Organização Mundial de Saúde - OMS.






Obsessão espiritual reconhecida pelo CID e DSM IV











O homem não é só um corpo carnal.
Esta é uma revolução do conceito de homem muito maior do que a revolução da Cosmovisão em que o Geocentrismo (a Terra é o centro de tudo) cedeu lugar ao heliocentrismo (o Sol é o centro de tudo .Masaharu Taniguchi

Embora o Código Internacional de Doenças, CID, e o Manual de Estatística de Desordens Mentais da Associação Americana de Psiquiatria, -DSM IV , desde 1998, reconheçam o estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade, com manutenção de consciência do meio ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, e os patológicos , provocados por doença, o que ocorre é que ainda muitos médicos rotulam todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas. E o pior, é que se forem seus clientes, tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas. Vidas?
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O próprio DSM IV alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto na ‘loucura’(transtornos mentais psiquiátricos) como na interferência de um ser desencarnado, gerando a obsessão espiritual.
Felizmente, o número de médicos - e outros profissionais que trabalham com a dor humana e suas tentativas de cura, ou pelo menos alívio - começam a perceber e a tratar mais do que as vísceras embutidas no corpo, incluindo também o espírito que habita este corpo, já é considerável.
Os preconceitos começam a cair por terra, não tão ligeiro como gostaríamos; observem que Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, já naquela época, teria estudado o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Mas temos muita esperança de que em breve todas as faculdades de medicina e áreas afins estudem e pratiquem uma medicina mais espiritualizada.
Até mesmo a Rede Globo, vem prestando um serviço à causa, com a atual novela das seis, ao abordar novamente a temática da comunicação dos espíritos, da reencarnação, popularizando mais o tema e levando ao debate , mesmo que informal, considerando-se sua elevada audiência.
E para encerrar, raciocinem comigo: todos hão de convir que é bastante palpável que haja vida além dessa nossa singela trajetória por este planeta. A própria Ciência, via física quântica, está capitulando.
Nos dias de hoje, nem mesmo um materialista convicto pode, em sã consciência, imaginar que este universo incomensurável, no qual a terra é apenas comparável a um grão de areia na Via Láctea, entre milhões de outras galáxias existentes, tenha sido construído para o homem reinar soberano, no máximo por cento e poucos anos.Pense nisso! Namastê!





 
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