BLOGGER TEMPLATES - TWITTER BACKGROUNDS »

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A Interpretação dos Sonhos (Sigmund Freud)

A Interpretação dos Sonhos, publicado em 1899, é um livro de Sigmund Freud que aborda, na época da publicação de uma forma inovativa, os mecanismos psicológicos dos sonhos. O livro explica o argumento para postular o novo modelo do inconsciente e desenvolve um método para conseguir acesso ao mesmo, tomando elementos de suas experiências prévias com as técnicas de hipnose. A interpretação de sonhos, segundo Freud, desvela, sobretudo, os conteúdos mentais reprimidos ou excluídos da consciência pelas atividades de defesa do ego e justifica inquestionavelmente sua posição dentro da psicanálise, já que a parte do id cujo acesso à consciência foi impedido é exatamente a que se encontra envolvida na origem das neuroses. O interesse de Freud pelos sonhos teve origem no fato de constituírem eles processos normais, com os quais todos estão familiarizados, mas que exemplificam processos atuantes na formação dos sintomas neuróticos.

Share |

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A Paixão de Joana d'Arc [Filme completo legendado]



"La Passion de Jeanne d'Arc" , França, 1928, dir.Carl Theodor Dreyer. /Drama.
Versão muda da história de Joana D'Arc (1412-1431), a heroína francesa que foi traída, julgada, condenada por heresia e feitiçaria e levada à morte na fogueira.




Carl Theodor Dreyer (Copenhague, 3 de Fevereiro de 1889 - Copenhague 20 de março de 1968) foi um cineasta dinamarquês. Começou a filmar do final da década de 1910, até os anos 1960. É considerado um dos maiores cineastas de todos os tempos e o mais importante do cinema Dinamarquês.

Biografia

A infância de Dreyer pode se afigurar como a grande influencia de seus filmes. O cineasta nasceu como um filho bastardo na Dinamarca (com o nome de Karl Nielsen). Sua mãe biológica era uma empregada sueca, com quem viveu durante os primeiros dois anos de sua vida. Sem condições para criá-lo, o menino foi entregue para adoção ao casal Dreyer, sendo registrado posteriormente com o nome do pai adotivo: Carl Theodor Dreyer.

Dreyer foi criado com severidade e com os valores luteranos de seus pais adotivos. Sua educação era baseada em interpretações rígidas da fé. Dreyer só soube de suas verdadeiras origens na idade adulta. Em entrevistas, Dreyer sempre falava de sua infância, mas frisava que não influenciava de forma alguma em seus filmes. Porém, é notável a presença de temas sobre a fé em seus filmes - a infância de Dreyer deixou-lhe uma marca profunda.

Na escola foi considerado um aluno brilhante. Após o término dos estudos, afastou-se da família para realizar serviços burocráticos em escritórios. Anos mais tarde, tornou-se jornalista, fundando, em 1910, o jornal Riget.

A experiência no jornal o levou a ter relações amigáveis com uma empresa de aviação. Os conhecimentos técnicos que Dreyer adquiriu sobre o tema da aviação fizeram com que ele trabalhasse na Nordisk Film como técnico para o uso de balão de ar quente. Foi aí que Dreyer passou a se interessar pelo cinema.

Começou escrevendo títulos e legendas, porém, em 1913 assinou um contrato de exclusividade com a Nordisk Film, passando a escrever roteiros. Em 1914, seu nome já aparecia nos créditos como roteirista, no filme "Abaixo as Armas", baseado em uma novela de Bertha Von Suttner. Nesse período, o cinema dinamarquês passava por uma queda de produção.

Após um ano, Dreyer virou funcionário efetivo da imprensa, mostrando grandes habilidades nas edições de filmes. Em 1918 realizou seu primeiro filme, intitulado "O presidente". Dreyer segui seu instinto para escolher o elenco, fazendo escolhas conforme o perfil psicológico das personagens. Nesse filme, o cineasta ousou ao dispensar vários ornamentos do cenário e o uso de maquilagens, buscando naturalidade e realidade.

Seus filmes foram considerados muitos sombrios para a época. Desde seu primeiro filme já abordava temas como: a responsabilidade da separação dos pais no amadurecimento dos filhos, idealização do auto-sacrifício e da mulher oprimida. A Nordisk acabou, portanto, desistindo dos projetos de Dreyer.

O cineasta buscou outras produções alemãs, suecas e dinamarquêses para seus próximos cinco filmes. Com a repercussão do filme "O amo da casa", o cineasta foi contratado por uma produtora francesa para dirigir o filme "A paixão de Joana d'Arc", de 1928. É o filme mais conhecido de Dreyer, e uma das obras mais completas do cinema mudo.

O filme sobre Joana d'Arc mostra a santa francesa apenas em martírio. Como um apaixonado pela expressão humana, filmou grande parte em planos fechados e close-ups. Ainda na França, realizou o filme "O Vampiro", em 1932.

De volta à Dinamarca, Dreyer se deparou apenas com projetos falidos, indo à Alemanha para produzir outros três filmes, lugar o qual se identificou muito, pois gostava da iluminação presente no expressionismo alemão. A fotografia extremamente contrastada dessa escola cinematográfica era ideal para Dreyer, pois conseguiria elementos climáticos para dissertar sobre o universo interior das pessoas.

Na década de 1930 e 1940, Dreyer realizou um série de curta-metragens. Nesse período, os dinamarqueses gostavam de ir ao cinema como entretenimento, buscando diversão, o que Dreyer não proporcionava. Durante a segunda Guerra Mundial, Dreyer não pôde realizar filmes, tendo que esperar 10 anos para realizar um longa-metragem. "A palavra" (Ordet), de 1955, foi mais um filme que consagrou o diretor, sendo considerado por muitos sua obra máxima. Trata-se de um filme sobre fé e milagre, através de uma perspectiva muito peculiar. Dreyer foi influenciado pelas teorias do filósofo dinamarquês Kierkegaard nesse filme.

"Gertrud", de 1964, foi seu último filme. Retrata uma mulher vivendo um casamento sem perspectivas. Foi bastante criticado, mas hoje é considerado uma obra importante do cineasta.

É importante destacar em Dreyer o fato do cineasta tentar absorver o máximo possível do ator, tentando reproduzir o sentimento das personagens, penetrar em profundos pensamentos por meio de expressões.

Antes de falecer, Dreyer declarou que gostaria de filmar "A paixão de cristo". Hoje, o também cineasta dinamarquês Lars von Trier se diz discípulo de Dreyer. É notável que as abordagens sobre o sacrifício feminino e a tentativa de deixar o cinema mais realista são algumas das influências.

Filmografia

Abaixo as Armas (1913) - roteiro
O presidente (1919)
Leaves from Satans's Book (1919)
Prästänkan (1920)
Die Gezeichneten (1922)http://www.blogger.com/img/blank.gif
Mikael (1924)
O amo da casa (1925)
Glomsdalsbruden (1925)
A paixão de Joana d'Arc (1929)
O Vampiro (1932)
Dias de Ira (1943)
A palavra (1955)
Gertrud (1964)

Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.



The Supremes - Stop! In The Name Of Love | Acapella






The Supremes - Stop! In The Name Of Love

Songwriters: DOZIER, LAMONT / HOLLAND, BRIAN / HOLLAND, EDWARD
(Brian Holland/Lamont Dozier/Edward Holland, Jr.)

Stop! In the name of love
Before you break my heart

Baby, baby
I'm aware of where you go
Each time you leave my door
I watch you walk down the street
Knowing your other love you'll meet
But this time before you run to her
Leaving me alone and hurt
(Think it over) After I've been good to you ?
(Think it over) After I've been sweet to you ?

Stop! In the name of love
Before you break my heart
Stop! In the name of love
Before you break my heart
Think it over
Think it over

I've known of your
Your secluded nights
I've even seen her
Maybe once or twice
But is her sweet expression
Worth more than my love and affection ?
But this time before you leave my arms
And rush of to her charms
(Think it over) Haven't I been good to you ?
(Think it over) Haven't I been sweet to you ?

Stop! In the name of love
Before you break my heart
Stop! In the name of love
Before you break my heart
Think it over
Think it over

I've tried so hard, hard to be patient
Hoping you'd stop this infatuation
But each time you are together
I'm so afraid I'll be losing you forever

Stop! In the name of love
Before you break my heart
Stop! In the name of love
Before you break my heart
Stop! In the name of love
Before you break my heart

Baby, think it over
Think it over, baby
Ooh, think it over baby...



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Angustia da separação_Adios Nonino - Astor Piazzolla_Uma homenagem ao pai ora falecido




Astor Piazzola interpreta "Adios Nonino" com a Sinfónica "Cologne Radio Orchestra" da Alemania.
Extraído do documentário "Astor Piazzolla: The Next Tango"



Porque cães não vivem tanto quanto as pessoas?



Sou veterinário, e fui chamado para examinar um cão da raça Wolfhound Irlandês chamado Belker. Os proprietários do animal, Ron, sua esposa Lisa, e seu garotinho Shane, eram todos muito ligados a Belker e esperavam por um milagre.

Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu disse à família que não haveria milagres no caso de Belker, e me ofereci para proceder a eutanásia para o velho cão em sua casa. Enquanto fazíamos os arranjos, Ron e Lisa me contaram que estavam pensando se não seria bom deixar que Shane, de quatro anos de idade, observasse o procedimento. Eles achavam que Shane poderia aprender algo da experiência.

No dia seguinte, eu senti o familiar "aperto na garganta" enquanto a família de Belker o rodeava. Shane, o menino, parecia tão calmo, acariciando o velho cão pela última vez, que eu imaginei se ele entendia o que estava se passando. Dentro de poucos minutos, Belker foi-se, pacificamente. O garotinho parecia aceitar a transição de Belker sem dificuldade ou confusão.

Nós nos sentamos juntos um pouco após a morte de Belker, pensando alto sobre o triste fato da vida dos animais serem mais curtas que as dos seres humanos. Shane, que tinha estado escutando silenciosamente, saltou, "Eu sei porque." Abismados, nós nos voltamos para ele. O que saiu de sua boca me assombrou. Eu nunca ouvira uma explicação mais reconfortante.

Ele disse:

— "As pessoas nascem para que possam aprender a ter uma boa vida, como amar todo mundo todo o tempo e ser bom, certo?"

e o garoto de quatro anos continuou...

— Bem, cães já nascem sabendo como fazer isto, portanto não precisam ficar aqui por tanto tempo.

Autor desconhecido




sexta-feira, 13 de julho de 2012

The Greatest Speech Ever Made(O maior discurso que já foi feito)



Texto do Discurso de “O Grande Ditador”, de Charles Chaplin;

Desculpe!
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar - se possível -
judeus, o gentio ... negros ... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo -
não para o seu infortúnio.
Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra, que é boa e rica,
pode prover todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma do homem ...
levantou no mundo as muralhas do ódio ...
e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas duas virtudes,
a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem ... um apelo à fraternidade universal ... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora ... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas ... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir eu digo: "Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia ... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano.
Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem os homens,
a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar ... os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós!
Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!

Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela
de fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ...
um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho,
que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós.
Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança.
Ergue os olhos, Hannah!
Ergue os olhos!




quarta-feira, 11 de julho de 2012

Pequeno diálogo numa ostreira





- Então, minha cara, não está lá com muito bom ar... Tem
cá uma cara esta manhã. Está toda cinzenta!

- É verdade, não estou lá muito bem. Tenho uma dor,
pesada e circular, no meu estômago.

- Ah! Não se aproxime de mim. A minha concha é tão
uniforme, tão firme e a minha carne é tão apetitosa que
não posso sofrer o contacto de uma ostra menos bela que
eu. Já não lhe falo mais, minha senhora!

- Então, não me vai ajudar? Vai deixar-me à mercê dos
caranguejos e do esquecimento? Estarei condenada a morrer
sozinha nesta ostreira, com a barriga cheia de dores?

- Temo que sim, minha cara... Olhe! Está a ver! A mão do
ostricultor avança à superfície. Tenho a certeza de que
veio por minha causa, sou tão bonita!

Mas a mão do ostricultor apenas passou por cima da pequena
pretensiosa para se apoderar directamente da ostra doente.
Ao fim de um quarto de hora, a mão voltou, transportando
a ostra doente com uma infinita delicadeza. Voltou a
colocá-la cuidadosamente no seu lugar.

- Pffff! Está a ver! Eu bem lhe disse que não era
suficientemente bela para ele!

- É possível. Mas ele foi suficientemente bondoso para me
aliviar. Já não tenho dores e ele parece tão contente:
dei-lhe uma pérola tão bela que ficou a olhar para ela com
um olhar de amor.

"Temos de sofrer para sermos belos". Conhecemos bem esta
frase. No entanto, aplicamo-la demasiadas vezes à nossa
aparência exterior esquecendo que ela é pertinente para
tudo o que é interior: o nosso sofrimento nunca é gratuito,
também faz nascer belos frutos, dons, capacidades das quais
nem sequer suspeitávamos.





segunda-feira, 9 de julho de 2012

Schubert - Ave Maria - Deanna Durbin



Deanna Durbin - Wikipedia, the free encyclopedia






O valor dos pais



Um jovem, de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou na primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a decisão final.

O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até a pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou: "Você teve alguma bolsa na escola?" O jovem respondeu: "Nenhuma."

O diretor perguntou: "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades?" O jovem respondeu: "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

O diretor perguntou: "Onde trabalha a sua mãe?" E o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupas."

O diretor pediu que o jovem mostrasse as mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor perguntou: "Alguma vez ajudou sua mãe a lavar as roupas?" O jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse: "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos de sua mãe e depois venha ver-me amanhã pela manhã."

O jovem sentiu que a possibilidade de obter o emprego era alta. Quando chegou em casa, muito feliz, pediu à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho; estava feliz, mas com um misto de sentimentos mostrou as suas mãos ao filho.

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões em suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando estavam sendo limpas com água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que o par de mãos que lavava roupa todo dia tinha-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e seu futuro.

Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as roupas restantes para sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor, que percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: "Diga-me, o que fez e aprendeu ontem em sua casa?"

O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos de minha mãe e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

O diretor pediu: "Por favor, diga-me o que sentiu."

O jovem disse: "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem minha mãe, não haveria um "eu" com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudá-la, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

O diretor disse: "Isto é o que eu procuro em um gerente. Quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento alheio para ter as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Está contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito de seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro. Ignorará os esforços de seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas devem ouvi-la e quando se tornar gerente, não saberá o sofrimento de seus empregados e sempre culpará os outros. Este tipo de pessoa, que podem ser boas academicamente, ser bem sucedidas por um tempo, mas, eventualmente, não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão resmungar, estar cheias de ódio e lutar por mais.

Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir nossos filhos?

Pode-se deixar seu filho viver em uma grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão em uma grande TV de plasma. Mas, quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, e sim porque quer amar e ensinar como deve ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é apreciar o esforço e a experiência da dificuldade, bem como a aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Autor desconhecido














segunda-feira, 2 de julho de 2012

Qualidades e defeitos



Os homens caminham sobre a Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente nós colocamos as nossas qualidades.

Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.

Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito.

Ao mesmo tempo, reparamos, impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, em todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

Autor desconhecido






 
!--PAGINATION-STARTS-->